Florestas ameaçadas: Quase 100% das florestas tropicais do mundo continuam sob ameaça, mas há uma tendência crescente para o chamado manejo sustentável. Um levantamento, realizado em 33 países, indica que os avanços conquistados são frágeis, na medida em que países individuais não contam com incentivos econômicos, nem recursos para executar esforços de prevenção do desflorestamento e gestão dos recursos.
Esta é a análise mais abrangente jamais efetuada do estado atual do manejo de florestas tropicais. O relatório da Organização Internacional de Madeiras Tropicais (OIMT) examina em profundidade o estado atual da silvicultura tropical na Ásia, Pacífico, América Latina, Caribe e África e mostra que a área de florestas tropicais manejadas de forma sustentável cresceu de menos de 1 milhão de hectares (2,4 milhões de acres), em 1988, para, no mínimo, 36 milhões de hectares (87 milhões de acres), em 2005.
"Hoje, já sabemos que uma área total de floresta tropical, aproximadamente igual à da Alemanha, se encontra em boas mãos", disse Manoel Sobral Filho, Diretor Executivo da OIMT. "Contudo, está claro que a segurança da maioria das florestas tropicais ainda corre grande risco, o que demonstra uma falta de compreensão coletiva de que as florestas podem gerar um valor econômico considerável sem serem destruídas".
O relatório constata que a área de terras florestadas com manejo sustentável constitui menos do que 5% dos 814 milhões de hectares estudados para este relatório, que representam dois terços de todas as florestas tropicais naturais no mundo.
As florestas tropicais se encontram em situação de risco há várias décadas. Hoje, cerca de 12 milhões de hectares de florestas tropicais são desmatados a cada ano para a agricultura, as pastagens e outros usos não-florestais, sendo que uma área ainda muito maior é degradada através da extração insustentável/ilegal de madeira e outras práticas pouco produtivas de uso da terra.
A OIMT disse que, apesar destas deficiências, a tendência global geral é animadora e que a segurança legal das florestas melhorou muito desde 1998, quando foi feito um levantamento mais limitado da OIMT em 18 países membros. Os países que apresentam avanços especialmente notáveis incluem a Malásia, que agora tem pelo menos 4,8 milhões de hectares de florestas de produção com manejo sustentável, Bolívia (2,2 milhões de hectares), Peru (560 mil hectares), Brasil (1,4 milhão de hectares), República do Congo (1,3 milhão de hectares), Gabão (1,5 milhão de hectares) e Gana (270 mil hectares).
Mas alguns países sofreram graves perdas de floresta tropical ou não conseguiram progredir de forma significativa na busca de um manejo melhor. Países como a Costa do Marfim, as Filipinas, a Nigéria (onde áreas consideráveis já foram cobertas de florestas) agora têm relativamente poucas florestas naturais e problemas ambientais muito grandes. Em alguns países, a falta de governança eficaz constitui um problema evidente. O avanço em direção ao manejo sustentável das florestas tem sido mínimo ou inexistente na Libéria, Camboja, República Democrática do Congo (RDC) e outros países que passaram por conflitos armados importantes nos últimos tempos.
A OIMT defende a designação de mais áreas de floresta permanentes e a formulação e implementação de planos de manejo sustentável numa parte muito maior das propriedades existentes. A OIMT conclui que a instituição do manejo sustentável em parte substancial das florestas tropicais do mundo requer uma abordagem mundial para o financiamento dos custos. Devido às muitas pressões documentadas neste relatório, a OIMT acredita que somente uma ação conjunta poderá salvar as florestas tropicais da deterioração mais extensa.
domingo, 29 de maio de 2011
Curiosidades sobre a cozinha africana
Aiaiaiaiaiai que fome que dá quando chegamos a esse assunto culinário heim!!! é para vocês perceberem como até isso herdamos dos africanos... logicamente que nem tudo deles, mas grande parte!
Veja agora algumas comidas africanas que apesar de terem nomes estranhos fazem parecem ser deliciosas e se parecem com alguns dos pratos brasileiros.
Se você quiser mudar seu almoço num fim de semana que tal tentar um dessas comidas de nome estranho mas que parecem ser uma delícia.. eitaaaaa água na boca.....
Abará =bolinho de origem afro-brasileira feito com massa de feijão-fradinho temperada com pimenta, sal, cebola e azeite-de-dendê, algumas vezes com camarão seco, inteiro ou moído e misturado à massa, que é embrulhada em folha de bananeira e cozida em água.
Aberém= bolinho de origem afro-brasileira, feito de milho ou de arroz moído na pedra, macerado em água, salgado e cozido em folhas de bananeira secas. Abrazô Bolinho da culinária afro-brasileira, feito de farinha de milho ou de mandioca, apimentado, frito em azeite-de-dendê.
Acaçá =bolinho da culinária afro-brasileira, feito de milho macerado em água fria e depois moído, cozido e envolvido, ainda morno, em folhas verdes de bananeira. (Acompanha o vatapá ou caruru. Preparado com leite de coco e açúcar, é chamada acaçá de leite.)
Ado= doce de origem afro-brasileira feito de milho torrado e moído, misturado com azeite-de-dendê e mel.
Aluá Bebida= refrigerante feita de milho, de arroz ou de casca de abacaxi fermentados com açúcar ou rapadura.
Quibebe= prato típico do Nordeste, de origem africana, feito de carne-de-sol ou com charque, refogado e cozido com abóbora. Tem a consistência de uma papa grossa e pode ser temperado com azeite-de-dendê e cheiro verde.
O negro introduziu na cozinha o leite de coco-da-baía, o azeite de dendê, confirmou a excelência da pimenta malagueta sobre a do reino, deu ao Brasil o feijão preto, o quiabo, ensinou a fazer vatapá, caruru, mungunzá, acarajé, angu e pamonha. A cozinha negra, pequena mas forte, fez valer os seus temperos, os verdes, a sua maneira de cozinhar. Modificou os pratos portugueses, substituindo ingredientes; fez a mesma coisa com os pratos da terra; e finalmente criou a cozinha brasileira, descobrindo o chuchu com camarão, ensinando a fazer pratos com camarão seco e a usar as panelas de barro e a colher de pau.
Aiaiaiaiaiai que fome que dá quando chegamos a esse assunto culinário heim!!! é para vocês perceberem como até isso herdamos dos africanos... logicamente que nem tudo deles, mas grande parte!
Veja agora algumas comidas africanas que apesar de terem nomes estranhos fazem parecem ser deliciosas e se parecem com alguns dos pratos brasileiros.
Se você quiser mudar seu almoço num fim de semana que tal tentar um dessas comidas de nome estranho mas que parecem ser uma delícia.. eitaaaaa água na boca.....
Abará =bolinho de origem afro-brasileira feito com massa de feijão-fradinho temperada com pimenta, sal, cebola e azeite-de-dendê, algumas vezes com camarão seco, inteiro ou moído e misturado à massa, que é embrulhada em folha de bananeira e cozida em água.
Aberém= bolinho de origem afro-brasileira, feito de milho ou de arroz moído na pedra, macerado em água, salgado e cozido em folhas de bananeira secas. Abrazô Bolinho da culinária afro-brasileira, feito de farinha de milho ou de mandioca, apimentado, frito em azeite-de-dendê.
Acaçá =bolinho da culinária afro-brasileira, feito de milho macerado em água fria e depois moído, cozido e envolvido, ainda morno, em folhas verdes de bananeira. (Acompanha o vatapá ou caruru. Preparado com leite de coco e açúcar, é chamada acaçá de leite.)
Ado= doce de origem afro-brasileira feito de milho torrado e moído, misturado com azeite-de-dendê e mel.
Aluá Bebida= refrigerante feita de milho, de arroz ou de casca de abacaxi fermentados com açúcar ou rapadura.
Quibebe= prato típico do Nordeste, de origem africana, feito de carne-de-sol ou com charque, refogado e cozido com abóbora. Tem a consistência de uma papa grossa e pode ser temperado com azeite-de-dendê e cheiro verde.
O negro introduziu na cozinha o leite de coco-da-baía, o azeite de dendê, confirmou a excelência da pimenta malagueta sobre a do reino, deu ao Brasil o feijão preto, o quiabo, ensinou a fazer vatapá, caruru, mungunzá, acarajé, angu e pamonha. A cozinha negra, pequena mas forte, fez valer os seus temperos, os verdes, a sua maneira de cozinhar. Modificou os pratos portugueses, substituindo ingredientes; fez a mesma coisa com os pratos da terra; e finalmente criou a cozinha brasileira, descobrindo o chuchu com camarão, ensinando a fazer pratos com camarão seco e a usar as panelas de barro e a colher de pau.
NOSSO ARRAIAL VEM SUPER CONTEXTUALIZADO!!
SP lança programação para Ano Internacional para os Afrodescendentes
Secretaria da Cultura apresenta agenda especial para o ano e lança o livro da campanha da Consciência Negra de 2010
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura, anunciou a agenda de eventos para o Ano Internacional para Afro-Descendentes, celebrado em 2011 segundo resolução da Organização das Nações Unidas. O evento marcou também o lançamento do livro Consciência Negra em Cartaz, que reúne 51 cartazes produzidos para a campanha promovida ao longo de 2010, que teve como tema "O que é Consciência Negra para Você?".
Para o Secretário da Cultura, Andrea Matarazzo, o Ano Internacional para os Afro-Descendentes, instituído pela ONU, vem ao encontro das políticas propostas pela Secretaria por meio da sua assessoria para gêneros e etnias. "Desde 2007, a Secretaria promove campanhas de participação popular, com o objetivo de incentivar os brasileiros a uma reflexão sobre a questão racial".
Secretaria da Cultura apresenta agenda especial para o ano e lança o livro da campanha da Consciência Negra de 2010
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura, anunciou a agenda de eventos para o Ano Internacional para Afro-Descendentes, celebrado em 2011 segundo resolução da Organização das Nações Unidas. O evento marcou também o lançamento do livro Consciência Negra em Cartaz, que reúne 51 cartazes produzidos para a campanha promovida ao longo de 2010, que teve como tema "O que é Consciência Negra para Você?".
Para o Secretário da Cultura, Andrea Matarazzo, o Ano Internacional para os Afro-Descendentes, instituído pela ONU, vem ao encontro das políticas propostas pela Secretaria por meio da sua assessoria para gêneros e etnias. "Desde 2007, a Secretaria promove campanhas de participação popular, com o objetivo de incentivar os brasileiros a uma reflexão sobre a questão racial".
domingo, 3 de abril de 2011
Fukushima, o Brasil e a energia nuclear
Elisa Marconi e Francisco Bicudo
Publicado em 31/3/2011
No mundo inteiro, um bilhão de pessoas dependem da energia elétrica gerada por usinas nucleares. Justamente por isso, a sociedade moderna não pode abrir mão do que é produzido nos reatores. É com afirmações como essa que o físico Aquilino Senra, professor do programa de Pós-Graduação em Energia Nuclear do COPPE (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia), órgão vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pretende fomentar as discussões a respeito dos rumos que a implantação de usinas atômicas e a geração de energia radioativa devem tomar depois do acidente que abalou a cidade de Fukushima, no Japão, no último dia 11 de março.
Primeiro foi um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, depois veio um tsunami que varreu cidades inteiras. E quando os japoneses começavam a contabilizar as perdas – já são cerca de 10 mil mortos e aproximadamente 20 mil desaparecidos – o alerta amarelo do vazamento radioativo acendeu. O reator da usina nuclear de Fukushima estava esquentando e não podia ser resfriado pelos geradores de emergência. Movidos a óleo diesel e acionados quando falta energia, os equipamentos não puderam funcionar porque o combustível fora levado pelas águas da onda gigante. Funcionando sem controle, o reator começou a se desfazer e a liberar radioatividade que – em grandes quantidades – pode contaminar a água, o solo, o ar, chegar aos seres vivos e provocar doenças.
Casas num raio de vinte quilômetros no entorno da usina foram evacuadas, e, de acordo com o especialista em energia nuclear da COPPE, outras consequências também já foram registradas: a morte de um funcionário da usina – por acidente e não por contaminação radioativa –, cerca de 20 intoxicações com graus não divulgados e, na última quinta-feira, três outros funcionários sofreram queimaduras. A percepção da população mundial é que a energia nuclear, mais uma vez, representa uma ameaça para a humanidade. O Japão ainda guarda na memória a tragédia das bombas de Hiroshima e Nagasaki, em 1945; voltam à tona da opinião pública mundial também os acontecimentos relacionados ao acidente de Chernobyl, na antiga União Soviética, em 1986.
Por outro lado, especialistas tentam convencer o mundo de que a energia que vem dos reatores tem aplicações benéficas e geração limpa. Tanto assim que o Brasil, que já tem duas usinas nucleares – Angra I e Angra II –, aprovou a construção da terceira usina, dessa vez concebida e desenvolvida por cientistas, tecnólogos e engenheiros alemães, uma decisão polêmica, principalmente nos tempos atuais.
Publicado em 31/3/2011
No mundo inteiro, um bilhão de pessoas dependem da energia elétrica gerada por usinas nucleares. Justamente por isso, a sociedade moderna não pode abrir mão do que é produzido nos reatores. É com afirmações como essa que o físico Aquilino Senra, professor do programa de Pós-Graduação em Energia Nuclear do COPPE (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia), órgão vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pretende fomentar as discussões a respeito dos rumos que a implantação de usinas atômicas e a geração de energia radioativa devem tomar depois do acidente que abalou a cidade de Fukushima, no Japão, no último dia 11 de março.
Primeiro foi um terremoto de 8,9 graus na escala Richter, depois veio um tsunami que varreu cidades inteiras. E quando os japoneses começavam a contabilizar as perdas – já são cerca de 10 mil mortos e aproximadamente 20 mil desaparecidos – o alerta amarelo do vazamento radioativo acendeu. O reator da usina nuclear de Fukushima estava esquentando e não podia ser resfriado pelos geradores de emergência. Movidos a óleo diesel e acionados quando falta energia, os equipamentos não puderam funcionar porque o combustível fora levado pelas águas da onda gigante. Funcionando sem controle, o reator começou a se desfazer e a liberar radioatividade que – em grandes quantidades – pode contaminar a água, o solo, o ar, chegar aos seres vivos e provocar doenças.
Casas num raio de vinte quilômetros no entorno da usina foram evacuadas, e, de acordo com o especialista em energia nuclear da COPPE, outras consequências também já foram registradas: a morte de um funcionário da usina – por acidente e não por contaminação radioativa –, cerca de 20 intoxicações com graus não divulgados e, na última quinta-feira, três outros funcionários sofreram queimaduras. A percepção da população mundial é que a energia nuclear, mais uma vez, representa uma ameaça para a humanidade. O Japão ainda guarda na memória a tragédia das bombas de Hiroshima e Nagasaki, em 1945; voltam à tona da opinião pública mundial também os acontecimentos relacionados ao acidente de Chernobyl, na antiga União Soviética, em 1986.
Por outro lado, especialistas tentam convencer o mundo de que a energia que vem dos reatores tem aplicações benéficas e geração limpa. Tanto assim que o Brasil, que já tem duas usinas nucleares – Angra I e Angra II –, aprovou a construção da terceira usina, dessa vez concebida e desenvolvida por cientistas, tecnólogos e engenheiros alemães, uma decisão polêmica, principalmente nos tempos atuais.
terça-feira, 22 de março de 2011
22 de Março - Dia Mundial da Água!!!!
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.
No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.
Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.
Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.
No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.
Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.
Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
sábado, 12 de março de 2011
Mais dicas para vocês!!
1 - Ninguém diz eu coloro esse desenho. Dói no ouvido. Portanto, o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo. A mesma coisa é o verbo abolir. Ninguém é doido de dizer eu abulo. Pra dar um jeitinho, diga: Eu vou colorir esse desenho. Eu vou abolir esse preconceito.
2 - Outra vez atenção: os verbos terminados em -uar fazem a segunda e a terceira pessoa do singular do presente do indicativo e a terceira pessoa do imperativo afirmativo em -e e não em -i. Observe: Eu quero que ele continue assim. Efetue essas contas, por favor. Menino, continue onde estava.
3 - A propósito do item anterior, devemos lembrar que os verbos terminados em -uir devem ser escritos naqueles tempos com -i, e não -e. Veja: Ele possui muitos bens. Ela me inclui entre seus amigos de confiança. Isso influi bastante nas minhas decisões. Aquilo não contribui em nada com o progresso.
4 - Coser significa costurar. Cozer significa cozinhar.
5 - O correto é dizer deputado por São Paulo, senador por Pernambuco, e não deputado de São Paulo e senador de Pernambuco.
6 - Descriminar é absolver de crime, inocentar. Discriminar é distinguir, separar. Então dizemos: Alguns políticos querem descriminar o aborto. Não devemos discriminar os pobres.
7 - Dia a dia (sem hífen) é uma expressão adverbial que quer dizer todos os dias, dia após dia. Por exemplo: Dia a dia minha saudade vai crescendo. Enquanto que dia-a-dia é um substantivo que significa cotidiano e admite o artigo: O dia-a-dia dessa gente rica deve ser um tédio.
8 - A pronúncia certa é disenteria, e não desinteria.
9 - A palavra dó (pena) é masculina. Portanto, "Sentimos muito dó daquela moça".
10 - Nas expressões é muito, é pouco, é suficiente, o verbo ser fica sempre no singular, sobretudo quando denota quantidade, distância, peso. Ex: Dez quilos é muito. Dez reais é pouco. Dois gramas é suficiente.
11 - Há duas formas de dizer: é proibido entrada, e é proibida a entrada. Observe a presença do artigo a na segunda locução.
12 - Já se disse muitas vezes, mas vale repetir: televisão em cores, e não a cores.
13 - Cuidado: emergir é vir à tona, vir à superfície. Por exemplo: O monstro emergiu do lago. Mas imergir é o contrário: é mergulhar, afundar. Veja o exemplo: O navio imergiu em alto-mar.
14 - A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.
15 - Outra dúvida: nunca devemos dizer estadia em lugar de estada. Portanto, a minha estada em São Paulo durou dois dias. Mas a estadia do navio em Santos só demorou um dia. Portanto, estada para permanência de pessoas, e estadia para navios ou veículos.
16 - E não esqueça: exceção é com ç, mas excesso é com dois s.
17 - Lembra-se dos verbos defectivos? Lá vai mais um: falir. No presente do indicativo só apresenta a primeira e a segunda pessoa do plural: nós falimos, vós falis. Já pensou em conjugá-lo assim: eu falo, tu fales...Horrível, né?
18 - Todas as expressões adverbiais formadas por palavras repetidas dispensam a crase: frente a frente, cara a cara, gota a gota, face a face, etc.
19 - Outra vez tome cuidado. Quando for ao supermercado, peça duzentos ou trezentos gramas de presunto, e não duzentas ou trezentas. Quando significa unidade de massa, grama é substantivo masculino. Se for a relva, aí sim, é feminino: não pise na grama; a grama está bem crescida.
20 - É frequente se ouvir no rádio ou na TV os entrevistados dizerem: Há muitos anos atrás... Talvez nem saibam que estão construindo uma frase redundante. Afinal, há já dá ideia de passado. Ou se diz simplesmente Há muito anos... ou Muitos anos atrás. Escolha. Mas não junte o há com atrás.
21 - Cuidado nessa arapuca do português: as palavras paroxítonas terminadas em -n recebem acento gráfico, mas as terminadas em -ns não recebem: hífen, hifens; pólen, polens.
22 - Atenção: Ele interveio na discórdia, e não interviu. Afinal, o verbo é intervir, derivado de vir.
23 - Item não leva acento. Nem seu plural itens.
24 - Todo mundo gosta de dizer magérrima, magríssima, mas o superlativo de magro é macérrimo.
25 - Essa história de mal com l, e mau com u, até já cansou: É só decorar: Mal é antônimo de bem, e mau é antônomo de bom. É só substituir uma por outra nas frases para tirar a dúvida.
26 - Toda vez que disser "É meio-dia e meio" você estará errando. O certo é: meio-dia e meia. Ou seja, meio dia e meia hora.
27 - Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.
2 - Outra vez atenção: os verbos terminados em -uar fazem a segunda e a terceira pessoa do singular do presente do indicativo e a terceira pessoa do imperativo afirmativo em -e e não em -i. Observe: Eu quero que ele continue assim. Efetue essas contas, por favor. Menino, continue onde estava.
3 - A propósito do item anterior, devemos lembrar que os verbos terminados em -uir devem ser escritos naqueles tempos com -i, e não -e. Veja: Ele possui muitos bens. Ela me inclui entre seus amigos de confiança. Isso influi bastante nas minhas decisões. Aquilo não contribui em nada com o progresso.
4 - Coser significa costurar. Cozer significa cozinhar.
5 - O correto é dizer deputado por São Paulo, senador por Pernambuco, e não deputado de São Paulo e senador de Pernambuco.
6 - Descriminar é absolver de crime, inocentar. Discriminar é distinguir, separar. Então dizemos: Alguns políticos querem descriminar o aborto. Não devemos discriminar os pobres.
7 - Dia a dia (sem hífen) é uma expressão adverbial que quer dizer todos os dias, dia após dia. Por exemplo: Dia a dia minha saudade vai crescendo. Enquanto que dia-a-dia é um substantivo que significa cotidiano e admite o artigo: O dia-a-dia dessa gente rica deve ser um tédio.
8 - A pronúncia certa é disenteria, e não desinteria.
9 - A palavra dó (pena) é masculina. Portanto, "Sentimos muito dó daquela moça".
10 - Nas expressões é muito, é pouco, é suficiente, o verbo ser fica sempre no singular, sobretudo quando denota quantidade, distância, peso. Ex: Dez quilos é muito. Dez reais é pouco. Dois gramas é suficiente.
11 - Há duas formas de dizer: é proibido entrada, e é proibida a entrada. Observe a presença do artigo a na segunda locução.
12 - Já se disse muitas vezes, mas vale repetir: televisão em cores, e não a cores.
13 - Cuidado: emergir é vir à tona, vir à superfície. Por exemplo: O monstro emergiu do lago. Mas imergir é o contrário: é mergulhar, afundar. Veja o exemplo: O navio imergiu em alto-mar.
14 - A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.
15 - Outra dúvida: nunca devemos dizer estadia em lugar de estada. Portanto, a minha estada em São Paulo durou dois dias. Mas a estadia do navio em Santos só demorou um dia. Portanto, estada para permanência de pessoas, e estadia para navios ou veículos.
16 - E não esqueça: exceção é com ç, mas excesso é com dois s.
17 - Lembra-se dos verbos defectivos? Lá vai mais um: falir. No presente do indicativo só apresenta a primeira e a segunda pessoa do plural: nós falimos, vós falis. Já pensou em conjugá-lo assim: eu falo, tu fales...Horrível, né?
18 - Todas as expressões adverbiais formadas por palavras repetidas dispensam a crase: frente a frente, cara a cara, gota a gota, face a face, etc.
19 - Outra vez tome cuidado. Quando for ao supermercado, peça duzentos ou trezentos gramas de presunto, e não duzentas ou trezentas. Quando significa unidade de massa, grama é substantivo masculino. Se for a relva, aí sim, é feminino: não pise na grama; a grama está bem crescida.
20 - É frequente se ouvir no rádio ou na TV os entrevistados dizerem: Há muitos anos atrás... Talvez nem saibam que estão construindo uma frase redundante. Afinal, há já dá ideia de passado. Ou se diz simplesmente Há muito anos... ou Muitos anos atrás. Escolha. Mas não junte o há com atrás.
21 - Cuidado nessa arapuca do português: as palavras paroxítonas terminadas em -n recebem acento gráfico, mas as terminadas em -ns não recebem: hífen, hifens; pólen, polens.
22 - Atenção: Ele interveio na discórdia, e não interviu. Afinal, o verbo é intervir, derivado de vir.
23 - Item não leva acento. Nem seu plural itens.
24 - Todo mundo gosta de dizer magérrima, magríssima, mas o superlativo de magro é macérrimo.
25 - Essa história de mal com l, e mau com u, até já cansou: É só decorar: Mal é antônimo de bem, e mau é antônomo de bom. É só substituir uma por outra nas frases para tirar a dúvida.
26 - Toda vez que disser "É meio-dia e meio" você estará errando. O certo é: meio-dia e meia. Ou seja, meio dia e meia hora.
27 - Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.
quarta-feira, 9 de março de 2011
6 Ano - texto publicitário ou jornalístico??
A apuração dos desfiles começou às 16h25 desta quarta-feira (9/3). Três escolas foram multadas por descumprir normas técnicas durante o desfile. O Salgueiro, devido ao atraso de 10 minutos para completar a passagem pela Marquês de Sapucaí, começou a apuração com menos 1 ponto e ainda pagará uma multa de R$ 45 mil por problemas na dispersão. A Portela também ultrapassou o tempo em um minuto e foi punida com multa de R$ 100 mil. Por não respeitar o mapa da concentração, a Mangueira foi multada em R$ 45 mil.
Como o incêndio de 7 de fevereiro na Cidade do Samba destruiu os barracões da Portela, da União da Ilha e da Grande Rio, não houve rebaixamento. As três agremiações também não participaram da disputa pelo título.
O desfile
Última escola a desfilar na Marquês da Sapucaí em 2011, a Beija-Flor de Nilópolis homenageou o cantor Roberto Carlos com o enredo A simplicidade de um Rei. A letra do samba destacou a a infância do rei em Cachoeiro do Itapemirim (ES), a Jovem Guarda, a religiosidade, o romantismo e os seus fãs. Toda a trajetória de Roberto, que completa 70 anos em 19 de abril, foi apresentada ao público pelos 4 mil componentes, distribuídos em 47 alas e oito carros alegóricos.
Uma lista de celebridades - incluindo os parceiros Erasmo Carlos e Rosemary e os cantores sertanejos Chitãozinho e Xororó e Bruno e Marrone - também atravessam a avenida. No último carro, o próprio Roberto Carlos, emocionado, cantOU os versos do samba-enredo acompanhado de 300 crianças, que representaram querubins.
Como o incêndio de 7 de fevereiro na Cidade do Samba destruiu os barracões da Portela, da União da Ilha e da Grande Rio, não houve rebaixamento. As três agremiações também não participaram da disputa pelo título.
O desfile
Última escola a desfilar na Marquês da Sapucaí em 2011, a Beija-Flor de Nilópolis homenageou o cantor Roberto Carlos com o enredo A simplicidade de um Rei. A letra do samba destacou a a infância do rei em Cachoeiro do Itapemirim (ES), a Jovem Guarda, a religiosidade, o romantismo e os seus fãs. Toda a trajetória de Roberto, que completa 70 anos em 19 de abril, foi apresentada ao público pelos 4 mil componentes, distribuídos em 47 alas e oito carros alegóricos.
Uma lista de celebridades - incluindo os parceiros Erasmo Carlos e Rosemary e os cantores sertanejos Chitãozinho e Xororó e Bruno e Marrone - também atravessam a avenida. No último carro, o próprio Roberto Carlos, emocionado, cantOU os versos do samba-enredo acompanhado de 300 crianças, que representaram querubins.
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